Olho de Vidro
Discussões técnicas e não tão técnicas sobre cinema e vídeo digital, equipamentos, filmes.

Biblioteca do Cineasta Digital

Nesta página, estão livros essenciais e outros não tão essenciais, mas que podem ser úteis, ao trabalho do cineasta digital. À medida em que outros livros forem sendo comentados no blog, eles também serão colocados aqui.

DV

The DV Rebel´s Guide, de Stu Maschwitz: leitura obrigatória para todo cineasta digital, mostra como o conhecimento das ferramentas tecnológicas é uma libertadora fonte de criatividade a baixos custos. O livro cobre todas as etapas, do planejamento à finalização e masterização, dando dicas preciosas, fornecendo atalhos e indicações passo a passo para extrair todo o potencial das ferramentas. Vem ainda com um DVD encartado com impressionantes amostras de material produzido com as técnicas sugeridas pelo livro, plugins e exercícios.

Sound

Sound for Digital Video, de Tomlinson Holman: obrigatório, o livro atende tanto o iniciante no tema, o cineasta digital que acaba de perceber que o áudio realmente importa depois de se envergonhar com o som de seu último filme e também profissionais do ramo. Cobre todos os aspectos do som no audiovisual, desde o design à edição e mixagem, com ênfase em idéias e soluções de baixo orçamento.

Adobe After Effects 7.0 Studio Techniques, de Mark Christiansen: o cineasta digital rapidamente deve aprender que seu filme não se encerra no Final Cut, no Premiere ou no Avid. O Adobe After Effects é passagem obrigatória para o tratamento e finalização de imagens, além, claro, de ser a ferramenta fundamental na produção de efeitos visuais.

Blink

In the Blink of an Eye, Walter Murch: também obrigatório, o clássico do mestre da edição de imagens e som, editor de som obras-primas como “A Conversação” e vencedor de Oscar de melhor montagem e de som com “O Paciente Inglês”. Menos um livro sobre técnicas e mais um livro conceitual sobre o mais fundamental dos processos cinematográficos.

Directing Actors: Creating Memorable Performances for Film and Television, de Judith Weston: más performances de atores são responsabilidade quase exclusiva de diretores. A principal tarefa de um diretor, no que diz respeito aos personagens de um filme, é a de criar as condições adequadas para que os atores não tenham que “atuar”. Eles simplesmente têm que conseguir “ser”. Atores que “atuam” são o caminho mais seguro para produzir um filme que será tremendamente elogiado em festivais “trash” – nada contra eles, mas não há nada pior que produzir um filme trash sem ter esta intenção. As técnicas de Judith Weston ajudam a criar performances naturais e intensas, não importando se se tratam de atores profissionais ou não. Utílissimo tanto para diretores, quanto para atores.

Rebel

Rebel Without a Crew: or How a 23-year-old filmmaker with $7,000 became a Hollywood player:o relato pessoal de Robert Rodriguez sobre a produção de “El Mariacchi”, a mais cultuada produção independente da história recente do cinema, sobretudo pelo fato de ter sido feito com 7 mil dólares. Obrigatório pelo espírito que prega e pela inspiração.

Gore

Ultimate Festival Survival Guide, de Chris Gore: embora essencialmente pensado sob a ótica do cinema independente americano, muito diferente da nossa, o livro dá boas idéias e ajuda a construir uma estratégia para a busca e entrada em festivais. Afinal, quem já tentou sabe o quanto é enlouquecedor escolher para onde ir na infindável miríade de festivais no país e pelo mundo afora.

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